Informe Chapada

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Quatro em cada dez já pediram o nome emprestado

14.07.2016

Quase 40% dos consumidores brasileiros já pediram o nome emprestado para fazer compras no cartão de crédito. Na maioria das vezes (35,8%), para adquirir roupas. O dado faz parte de um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Entre os motivos mais comuns para ter pedido o nome emprestado, estão imprevistos e nome sujo na praça. Além de roupas, o nome emprestado foi usado para adquirir calçados (21,6%), celulares (17,7%) e brinquedos (14,5%). As compras de supermercado (11%) ficaram em quinto lugar.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que ao assumir a dívida de terceiros, a pessoa passa a responder por todas as consequências financeiras e jurídicas da situação, caso o tomador do nome emprestado não consiga honrar o compromisso. A pesquisa foi feita com 674 consumidores acima de 18 anos e residentes em todos os Estados brasileiros.

Inadimplência. Levantamento da Serasa Experian sobre a inadimplência no país mostra que, pela primeira vez desde dezembro de 2014, houve redução, em maio último, no número de devedores que não conseguiram honrar os compromissos. Foram registrados 59.470.359 inadimplentes, queda de 1,3 milhão sobre o universo recorde de abril (60.730.403).

O valor das dívidas em atraso atingiu R$ 264,2 bilhões. Os débitos regularizados foram mais entre os jovens de 18 a 25 anos.

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