Informe Chapada

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Resultado da busca pela categoria "saude"

Com feijão e leite bem mais caros, custo de vida das famílias de baixa renda volta a subir, em julho

05.08.2016

Os brasileiros mais pobres voltaram a sentir no bolso o peso da inflação.

Em julho, o custo de vida da população de baixa renda aumentou 0,34 por cento.

A pesquisa foi feita pela Fundação Getúlio Vargas, com base nos produtos e serviços essenciais e mais consumidos pelas famílias que recebem até duas vezes e meia o valor do salário mínimo.

No mês passado, houve avanço em quase todas as classes de despesas. Ou seja, os gastos com: saúde, alimentação, vestuário, educação e as chamadas despesas diversas aumentaram.

As únicas reduções ficaram por conta dos grupos transporte e comunicação. Enquanto os custos com habitação estacionaram.

O vilão da alta do custo de vida foi, de novo, o feijão. Isso porque o carioca ficou 21 por cento mais caro. E o preto subiu 27 por cento.

Destaque negativo, ainda, para o aumento do leite, puxado pelo período de entressafra, no campo, e pelo avanço das despesas dos pecuaristas, já que o milho usado como ração está bem mais caro.

Já entre os produtos e serviços que ficaram mais baratos, chamaram a atenção as quedas da batata, da cebola, do mamão e da conta de luz.

Vendas de Dia dos Pais deverão ser mais fracas neste ano

05.08.2016

Vendas de Dia dos Pais deverão ser mais fracas em 2016

Isso segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

O levantamento apontou que em todas as capitais do país, 4 em cada 10 consumidores não pretendem comprar presentes neste ano.

Na comparação com o ano passado, mais de 35% pretendem gastar o mesmo valor com os presentes e 29,1% afirmam que deverão desembolsar menos.

Entre os principais motivos para esta queda estão: o orçamento apertado e o desemprego

De acordo com o levantamento, apenas 19,7% dos entrevistados planejam gastar mais com os presentes em 2016 do que no último ano.

Entre os que estão dispostos a dar presentes, o valor desembolsado será, em média, de 115 reais, valor inferior ao indicado em 2015, de aproximadamente 120 reais.

Vaidoso, brasileiro não corta gastos com beleza e estética nem mesmo na crise

04.08.2016

Que o brasileiro é vaidoso, todo mundo sabe.

Mas uma pesquisa mostrou que muita gente não abre mão de andar bonito e bem arrumado nem quando o bolso aperta. Isso porque alguns gastos com beleza e estética estão entre os últimos que o brasileiro decide cortar durante a crise.

A primeira coisa é deixar de comer fora. Depois, de viajar. Em terceiro, ficou a compra de roupas e sapatos. E, em quarto, a TV por assinatura.

Já na outra ponta do ranking, aqueles gastos que o brasileiro não corta de jeito nenhum, o primeiro é o tratamento com o dentista.

Depois, os procedimentos em clínicas de estética, os cosméticos, o plano de saúde e a academia.

De cada 10 entrevistados, sete assumiram que fazem gastos desnecessários para que estejam sempre bonitos. E 13 por cento ficaram com o nome sujo porque gastaram demais para manter a aparência.

O levantamento mostrou ainda que antes de reduzir os gastos com beleza, o brasileiro também deixa de ir ao cinema, de comprar doces e salgados e corta as despesas do lar.

Mais de 160 mil lojas foram fechadas de 2015 até agora no Brasil

04.08.2016

Varejo fechou mais de 160 mil lojas desde 2015.

É o que revela um levantamento feito pela Confederação Nacional de Comércio. Com a força que ganhou a crise econômica, foram fechadas 166.900 lojas de setor durante todo 2015 e no primeiro semestre deste ano. Desse total, 67.900 baixaram as portas só nos primeiros seis meses de 2016, e 99.000 em todo o ano anterior. E as previsões da CNC não são animadoras. Apesar de uma melhora dos indicadores de confiança no setor de comércio a partir de maio, a entidade prevê uma queda de 10,6% das vendas do varejo este ano, resultado ainda pior que o registrado em 2015.

MEC libera recursos para obras paradas em escolas no país

03.08.2016

Ministério da Educação anuncia pacote de mais de 170 milhões de reais para obras na área de Educação em todo o país. 

Ao todo, 1.812 intervenções serão beneficiadas pelos recursos.

Do valor total, cerca de 140 milhões são destinados a mais de 1.700 obras do Programa de Aceleração do Crescimento da Educação. 

Outros quase 30 milhões seguem para 87 obras vinculadas ao Plano de Ações Articuladas. 

Entre as obras beneficiadas pelos recursos estão a construção, ampliação e reforma de escolas e creches, além da construção de quadras.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, destacou também que as prioridades são os ensinos infantil, fundamental e médio, além da qualificação dos professores.