Informe Chapada

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Sítio Sá Fulô desenvolve projeto de Compostagem

06.11.2014

Meio Ambiente

O Informe Chapada esteve no Sítio Sá Fulô para conhecer um importante projeto desenvolvido há três anos naquele local. Trata-se da Compostagem, um conjunto de técnicas aplicadas para estimular a decomposição de materiais orgânicos com a finalidade de obter, um material estável, rico em substâncias húmicas e nutrientes minerais. 

Segundo Lili e Dinha, responsáveis pelo projeto desenvolvido no Sítio Sá Fulô, foi através do Instituto de Permacultura da Bahia que elas conheceram a técnica e resolveram colocar em prática diante da insatisfação com os métodos atuais onde fertilizantes e agrotóxicos são comumente aplicados em lavouras.

O processo realizado no Sá Fulô,  utiliza material residual de culturas agrícolas, resto de frutas, e galhos originários de podas de árvores que entram em processo de decomposição e depois são levados para um minhocário (local onde minhocas se encarregam de transformar a mistura em excelente adubo). O processo completo depende de fatores climáticos e pode levar cerca de dois meses. O resultado é compensador: após este período se obtém o humos que pode ser utilizado para adubar o solo de forma eficaz e sem agredir o meio ambiente, refletindo em uma produção agrícola saudável. A produção gira em torno de 800kg a cada trimestre e, além do uso no próprio sítio, existe a revenda para produtores da região.

Aqueles que se interessam em adquirir o produto ou mesmo colaborar na doação de material orgânico (sem adição de sal ou açúcar) devem ligar para (77) 8138-4186 ou 9989-7049.

 

 

Prorrogação do prazo para fim dos lixões aprovada no Congresso será vetada

03.11.2014

Meio Ambiente

Foto:Ilustrativa

Os municípios poderão ter mais dois anos e contar com recursos federais para se adaptarem à Política Nacional de Resíduos Sólidos, a lei que, entre outras mudanças, prevê o fim dos lixões. A decisão foi anunciada  pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) durante o debate da Medida Provisória (MP) 651/2014.

A medida trata de questões tributárias, mas veio da Câmara dos Deputados para o Senado com um artigo que joga de agosto deste ano para agosto de 2018, mas quatro anos, é um tempo considerado muito longo para um país que precisa urgentemente resolver o problema dos lixões.

Embora a MP tenha sido aprovada pelos senadores, o líder do governo, José Pimentel (PT-CE), avisou que a presidente Dilma Rousseff está decidida a vetar o artigo no momento de transformar o projeto em lei.

O adiamento é uma solução para contemplar as reivindicações dos municípios que afirmam não terem condições de cumprir o que determina a Lei 12.305/2010.

A maioria dos municípios não instalou ou tem dificuldades em instalar aterros sanitários para a destinação adequada dos resíduos sólidos.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, só em 2013, das 76,3 milhões de toneladas de resíduos produzidos pela população, aproximadamente 32 milhões (42%) foram enviados para destinos inapropriados.

Fonte: Agência Senado

Aquecimento global: se não houver ação imediata, será tarde demais

02.11.2014

Meio Ambiente

Foto:Ilustrativa

 A síntese do 5º Relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), divulgado hoje (2), em Copenhague, na Dinamarca, mostra que se não houver ação imediata das nações para frear o aquecimento global, em pouco tempo, não haverá muito o que fazer. “Se as taxas de emissão de gases de efeito estufa continuarem aumentando, os meios de adaptação não serão suficientes”, aponta o documento.

O relatório, elaborado com a participação de mais de 800 cientistas de 80 países, mostra que a emissão de gases de efeito estufa, responsável pelo aquecimento global, tem aumentado desde a era pré-industrial, como consequência do crescimento econômico e da população. De 2000 a 2010, indica o documento, as emissões foram as mais altas da história.

O derretimento das geleiras, em especial na Groelândia e na Antártida, geraram o aumento do nível do mar em 19 centímetros de 1991 a 2010.

O relatório enfatiza que, para frear as mudanças climáticas e gerenciar os seus riscos, é preciso que as nações promovam ações combinadas de mitigação e adaptação. “Reduções substanciais nas emissões de gases de efeito estufa nas próximas décadas podem diminuir os riscos das mudanças climáticas e melhorar a possibilidade de adaptação efetiva às condições existentes”. Os cientistas reconhecem, entretanto, que essas reduções demandarão mudanças tecnológicas, econômicas, sociais e institucionais consideráveis.

Para o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que participou da apresentação do relatório, é preciso agir imediatamente. “O tempo não está a nosso favor. Vamos trabalhar juntos para construir um mundo mais sustentável. Vamos preservar o nosso planeta Terra e promover desenvolvimento de maneira sustentável”, disse.

Agência Brasil.